Pode até parecer que neste post vou falar mal das fábricas de software. É, e eu vou mesmo! Os puritanos que me perdoem.
Desde a conferência de NATO em 1968 a indústria de software discute problemas referentes a imaturidade em processos de desenvolvimento de software. A questão discutida desde então é a baixa qualidade dos produtos de software, os custos e prazos não cumpridos e sobretudo funcionalidades em desacordo às necessidades do negócio.
Para tentar reduzir os problemas da crise do software, várias abordagens foram iniciadas. Uma delas foi a iniciativa do governo americano juntamente com universidade de Carnegie Mellon em desenvolver o modelo de maturidade CMMI. Abordagem semelhantes foram adotadas pelo governo brasileiro em conjunto com universidades e a Softex para desenvolver o MPS-BR.
Desde então, a indústria de software vem evoluindo e, a partir dos anos 90, surgiram propostas de desenvolvimento de processos formais como RUP, pautados sobre modelos de maturidade, além da evolução de autores consagrados como Sommerville, Pressman, Yourdon, Rumbaugh, Booch, Jacobson, etc.
Profissional especialista em engenharia de software e desenvol- vimento de sistemas, professor universitário, coordenador do curso de pós graduação em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis ofertado pela UNA, mestrando em Engenharia Elétrica com ênfase em Engenharia de Software, Especialista em Engenharia de Software, Graduado em Sistemas de Informação. Sou sócio da MÉRITA - ENGENHARIA DE SERVIÇOS E SISTEMAS e criei este blog dedicado a assuntos como: desenvolvimento e engenharia de software, opiniões pessoais sobre assuntos pertinentes. Os posts deste blog são escritos sem muito rigor científicos e expressam opiniões exclusivamente minhas